As 15 coisas que não gosto dos Estados Unidos

Depois de As 20 coisas que mais amo nos Estados Unidos vim falar das coisas que não gosto, já que nada é perfeito, não é mesmo? Mas antes de tudo, não estou reclamando dos Estados Unidos e respeito muito as diferenças culturais, inclusive as coisas que gosto ainda são maioria.
Além disso, tudo é generalizado, falo de acordo com a maioria dos americanos que conheço e nenhuma dessas coisas são motivos pra eu ir embora e desistir de tudo o que vim fazer aqui.

Imagem: Shutterstock

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Quando a gente voltar

“Não sei bem o por quê. Mal sei se “por que” para isso existe. Mas o fato é que de tanto planejar e não executar, a gente acaba se jogando aqui de cabeça, num golpe raso de espontaneidade e olhos vendados. Sei lá por qual raio de loucura resolvemos abandonar tudo e refazer a vida do outro lado do mundo, fixar a estaca verde e amarela a treze mil quilômetros de casa, longe dos amigos e inimigos que fizemos, desvencilhando velhos hábitos e costumes, empregos quase sempre quadriculados em escritórios, viciados em números, lucros e cafés. Talvez como você, ainda hoje procuro saber a razão pela qual naquela manhã clichê de novembro, me motivei a tomar uma “dose” cavalar de 32 horas num avião, sem açúcar, com destino à doce Sydney.

Vida de au pair – Experiências

Antes de ser au pair eu tinha um pensamento e quando cheguei vivi coisas completamente diferentes. Desde dificuldades que ouvia outras meninas falarem mas achei que nunca aconteceriam comigo, até coisas incríveis que esqueceram de me contar. Claro que cada pessoa tem uma experiência, então sem comparações. Mas nada como conversar com as próprias au pairs para saber como é o dia a dia. Por isso, juntei quatro meninas com idades e histórias diferentes, mas que todas mostram o lado bom e o ruim da vida de au pair. Vem ver!

LAIS SOUZA, 27 anos. Está no primeiro ano de au pair em Arlington,VA. Está aproveitando o intercâmbio mas confessa que às vezes não é nada fácil.

1. Como está sendo a vida de au pair?

Eu queria ter a oportunidade de viver algo diferente, quebrar minha rotina, sair da casa dos meus pais e viver em outro país e o programa tem o melhor custo benefício, mas nunca sonhei em ser au pair. No começo eu amei tudo e tinha certeza que ia ficar por dois anos e talvez não voltar mais para o Brasil, me dei bem com as kids e me adaptei bem com a família.  Depois de três meses vi que não era assim tão fácil, que ficar muito tempo com a host family poderia ser uma tarefa difícil. Quando percebi isso busquei estudar, viajar, sair com amigas e comecei a namorar, o que ajudou muito.

A primeira vez que vi neve – Tempestade Jonas

Morando a vida toda no Brasil você sabe como é… Nada de neve.

Eu estava ansiosa, queria ter passado o Natal no maior estilo filme americano, mas esse ano a neve demorou para chegar por aqui. Ao mesmo tempo eu estava com receio porque sou a pessoa mais friorenta que conheço haha e já estava congelando em novembro, antes mesmo do inverno chegar.